Guia Do Concurseiro Iniciante: Questões, Medos E Prepar

09 May 2019 08:39
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<h1>Quer Const&acirc;ncia No Servi&ccedil;o?</h1>

<p>Pode n&atilde;o parecer, entretanto n&atilde;o &eacute; t&atilde;o diferenciado a prepara&ccedil;&atilde;o pra prova de reda&ccedil;&atilde;o em conex&atilde;o &agrave;s algumas provas do Check-up Nacional do Ensino M&eacute;dio (Enem). Tanto uma quanto as novas exigem muito treino e a memoriza&ccedil;&atilde;o de preceitos b&aacute;sicos. De Aulas Livres A Doutorado: Entenda que Tipo De Curso A Dist&acirc;ncia &eacute; Para voc&ecirc; maneira, deslocar-se bem pela reda&ccedil;&atilde;o &eacute; uma d&uacute;vida de pr&aacute;tica.</p>

<p>Disposi&ccedil;&atilde;o. “Ia semanalmente aos plant&otilde;es de reda&ccedil;&atilde;o do meu cursinho. A professora repassava o foco da semana e eu tentava ler tudo que podia sobre. Assim como li algumas reda&ccedil;&otilde;es nota 1000 de anos anteriores, pra compreender por que elas tiravam pontua&ccedil;&atilde;o t&atilde;o alta”, explica Iryna, que estudou no cursinho Maximize, em S&atilde;o Paulo.</p>

<p>Depois de definir o curso, a decis&atilde;o por se dedicar ao vestibular veio naturalmente. “Parei de faltar &agrave;s aulas e estudava diariamente. Acordava &agrave;s 9h e ia para o cursinho pela hora do almo&ccedil;o, pra continuar estudando e tirando quest&otilde;es nos plant&otilde;es at&eacute; a hora da aula, que era &agrave; noite”, conta.</p>

<p>E o salto de quase quatrocentos pontos na reda&ccedil;&atilde;o? “Na primeira vez que fiz a prova e recebi a nota, foi um baque, visto que eu achava que escrevia bem. A toda a hora fiz institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, contudo tirava notas boas em portugu&ecirc;s e reda&ccedil;&atilde;o. S&oacute; que eu n&atilde;o sabia a estrutura da reda&ccedil;&atilde;o do P&oacute; De Guaran&aacute; &eacute; Bem Melhor do que O Ch&aacute;-verde Pra Impedir Doen&ccedil;as, Sabia? , n&atilde;o sabia que tinha que botar propostas de interven&ccedil;&atilde;o, portanto fiz uma disserta&ccedil;&atilde;o comum. Imediatamente esse ano coloquei 3 propostas pela conclus&atilde;o”, explica.</p>

<p>Durante a prepara&ccedil;&atilde;o no cursinho, Iryna conta que, de em tal grau ler reda&ccedil;&otilde;es nota 1000 de outros anos, come&ccedil;ou a perceber um modelo nas estruturas dos textos. “O que eu percebi &eacute; que a introdu&ccedil;&atilde;o sempre tem uma contextualiza&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica. Bem como costumam colocar muitas correntes filos&oacute;ficas no desenvolvimento, ou infos da m&iacute;dia pra contextualizar. Quanto ao conte&uacute;do, Caminhos pra combater a intoler&acirc;ncia religiosa no Brasil, ela diz que n&atilde;o era um assunto que dominava, por&eacute;m agora havia debatido em debates em sala de aula e lido sobre em jornais.</p>

<p>“Tentei puxar a charada pro lado das religi&otilde;es afrobrasileiras. Segui o modelo: fiz uma introdu&ccedil;&atilde;o hist&oacute;ria e usei v&aacute;rias ideias do Iluminismo para debater ignor&acirc;ncia e intoler&acirc;ncia”, conta. Para quem vai prestar esse ano, Iryna diz que preservar-se informado &eacute; o mais interessante. “&Eacute; Informa&ccedil;&otilde;es Para o Concurso Professor , jornal, revista, tudo.</p>

<p>Dominar bastante hist&oacute;ria e filosofia tamb&eacute;m me ajudou no desenvolvimento do texto”, diz. Tamb&eacute;m, tua t&eacute;cnica de ler as reda&ccedil;&otilde;es com nota m&aacute;xima de anos anteriores ajuda a tocar sugest&otilde;es pra desenvolver seu respectivo texto. “Vale a pena se dedicar, mesmo que isto signifique sacrificar os fins de semana.</p>

<ul>

<li>23 - USP</li>

<li>tr&ecirc;s A Todos</li>

<li>Mirele Falou</li>

<li>Situa&ccedil;&otilde;es de partir, deixar</li>

<li>A RESSOCIALIZA&Ccedil;&Atilde;O</li>

<li>Zoldyick (Discuss&atilde;o) 02h53min de 1 de julho de 2016 (UTC)</li>

<li>“E”, no ambiente de “mas”</li>

[[image https://formacionazucarera.files.wordpress.com/2015/06/cartel_verano.png&quot;/&gt;

<li>10 - N&atilde;o pare em uma charada</li>

</ul>

<p>Historicamente, a intoler&acirc;ncia religiosa sempre esteve presente no nosso dia-a-dia. Nos tempos em que &eacute;ramos uma col&ocirc;nia portuguesa, cada pessoa que n&atilde;o seguisse a religi&atilde;o oficial da metr&oacute;pole, era pass&iacute;vel de puni&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. Na atualidade, mesmo existindo leis que condenem essa pr&aacute;tica, ela ainda permanece. Nas m&iacute;dias, todos os dias vemos not&iacute;cias relacionadas ao preconceito religioso, principalmente contra as de origem africana, pelo acontecimento de serem religi&otilde;es trazidas pelos escravos e altamente conden&aacute;veis na elite da &eacute;poca.</p>

<p>Ataques que ocorrem em redes sociais evidenciam tal pr&aacute;tica. Al&eacute;m do estilo cultural em criminalizar socialmente grupos minorit&aacute;rios, a aus&ecirc;ncia de conscientiza&ccedil;&atilde;o e dado evidenciam o porqu&ecirc; desses acontecimentos. Segundo princ&iacute;pios iluministas, o conhecimento traz a ilumina&ccedil;&atilde;o para o homem. Quer dizer, o preconceito &eacute; o principalmente fator da ignor&acirc;ncia, do p&acirc;nico e da aus&ecirc;ncia de informa&ccedil;&atilde;o. Para que a intoler&acirc;ncia religiosa acabe - ou aconte&ccedil;a em menor propor&ccedil;&atilde;o - o ser humano tem que livrar-se de concep&ccedil;&otilde;es que favore&ccedil;am tais pr&aacute;ticas. A fam&iacute;lia e o col&eacute;gio tem papel respeit&aacute;vel neste modo.</p>

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